Luvas de Proteção

Luvas de Proteção

Tem sido estabelecida pelo Comité Europeia de Normalização (CEN) para responder à procura crescente de protecção contra os riscos do síndrome de vibração das mãos e braços (HAVS) provocados pela exposição aos riscos de vibrações transmitidas pelas mãos. As medições realizam-se ao nível da palma, excluindo os dedos. A norma precisa como preâmbulo que, no estado actual de conhecimento, as luvas são incapazes de proporcionar uma atenuação significativa para as frequências de vibração inferiores a 150 Hz. Determinadas luvas podem inclusivamente aumentar estas frequências, mas é importante precisar que conservar a mão quente e seca são propriedades importantes de uma luva e são de grande utilidade na redução de determinados efeitos induzidos pelas vibrações. A única medição do factor de transmissão segundo a norma EN ISO 10819 não basta para fazer uma avaliação de risco sanitário originado pelas vibrações. Definição da norma sobre a transmissão de vibrações: É factor de transmissão de vibrações (percentagem) medido na superfície da mão sem protecção e sobre a palma da luva anti vibração perante uma ferramenta vibrante. Os valores de transmissão superior a 1 indicam que a luva amplia as vibrações, os valores inferiores a 0,6 indicam que a luva aligeira as vibrações.

Esta norma aplica-se somente às luvas de protecção para bombeiros para a luta contra incêndio e as operações de busca e de salvamento.

Precisa quais são os métodos de ensaio e a eficiência mínima destas luvas (Por exemplo, os níveis mínimos de resistência mecânica da norma EN388 são de 2, 2, 2, 2).

A norma EN511 define as exigências e métodos de ensaios das luvas de protecção contra o frio transmitido por convecção ou condução até 50 graus negativos. Este frio pode estar relacionado com as condições climáticas ou com uma actividade industrial. Os valores específicos dos diferentes níveis de eficiência determinam-se segundo as exigências específicas de cada categoria de risco ou no âmbito de cada aplicação especial. Os ensaios de produtos só podem ser realizados para níveis de eficiência e não para níveis de protecção.

A norma EN407 especifica os métodos de ensaio, as exigências gerais, os níveis de eficiência térmica e de marcação das luvas de protecção contra o calor e/ou o fogo. Aplica-se a todas as luvas que devem proteger as mãos contra o calor e/ou as chamas, numa ou das várias formas seguintes: fogo, calor de contacto, calor por convecção, calor radiante, pequenas protecções de metal fundido ou grandes projecções de metais em fusão. Os ensaios de produtos só podem ser realizados para níveis de eficiência e não para níveis de protecção.

A norma EN374-3 concerne à determinação da resistência dos materiais que constituem as luvas de protecção contra produtos químicos não gasosos potencialmente perigosos em caso de contacto contínuo. É conveniente insistir, por conseguinte, no facto de que este ensaio não toma em conta as condições susceptíveis de aparecer em serviço e recomenda-se não utilizar os resultados do ensaio, que têm um valor essencialmente relativa, mais para comparar materiais em função das grandes categorias de tempo de impermeabilidade.

A norma EN374-2 especifica um método de ensaio para a resistência à penetração das luvas de protecção contra os produtos químicos e/ou os micro organismos. Quando as luvas resistem à penetração, ensaiadas segundo esta parte da EN374, constituem uma barreira eficaz contra os riscos microbiológicos.

Trata-se de uma norma europeia de segurança para luvas que fornecem proteção das mãos contra riscos mecânicos. Esta norma envolve seis testes específicos que são concebidos para avaliar o desempenho de uma luva e do seu tecido/camadas. Luvas que cumprem a norma EN 388 protegem-no contra riscos mecânicos. Apresentam o pictograma de um martelo e de uma tábua. Os diferentes tipos de resistências são:

Define as exigências gerais em termos de: